sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Quando se abrem os olhos

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"Há dois grandes riachos,
Onde existem águas infinitas...
E assim são
Tão somente porque o mar que liga esses caminhos de água
Vem do coração".

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Filosofia das Melancias sobre deficiência e pepinos


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Para quem acompanha o mau andamento do blog, já percebeu que esse post tem muita relação com outro já postado.

Pois bem, as melancias, além de muito democráticas, se parecem muito com nós, meros seres pensantes ou não. Não entendo por que muitas pessoas são preconceituosas em relação aos deficientes físicos ou mentais, já que a maioria come pepinos, estes, aliás, são nada mais, nada menos que melancias mal formadas, ou seja, muitas repudiam os deficientes, mas continuam comendo pepinos. É por essas e outras que eu sempre digo que o mundo não passa de ironias interligadas.

P.S: Post dedicado a Anna Palíndroma. ;)

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

sábado, 15 de novembro de 2008

Filosofia das melancias sobre racismo



As sementes de melancias não são preconceituosas, tudo isso porque sabem exatamente o que é ser o que o outro é.
Se uma semente não cresceu, ela é branca, se já alcançou sua maturidade, passa a ser negra! As pessoas deviam mudar de cor! O mundo seria mais feliz e menos monótono aos olhos...
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P.S: Não levar em consideração a má formação em desenho, no quesito: paint.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ensinando alguém a cantar, ou amar...

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É fácil descobrir quando uma cantora ama. Conversei com uma certa vez que me disse:
- Quero cantar para ele.
- É só você respirar por ele.
- Queria conseguir segurar uma nota por muito tempo de modo que isso pareça uma declaração de amor.
- Canta como quem respira por alguém. Quanto mais ar você conseguir guardar no seu diafragma para cantar, mais você ama, não por guardar o ar, mas porque o ar que guarda é o mesmo que te faz se esforçar para soltar aquela nota, por ele.
- Você é professora?
- Não, mas eu amo.
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domingo, 2 de novembro de 2008

Mal entendido do amor

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O amor a gente descobre quando lhe roubam o que te faz falta,

A diferença é que, quem rouba o que te faz falta, é justamente quem mostra que, o que te faz falta não te fazia tanta falta, pois, o que te fazia falta mesmo foi quem te roubou, já que quem roubou sentia falta de algo que tu também sentiste ao ser roubado. Logo, o amor está aí.
Tu tinhas um belo coração, foi roubado, passou a sofrer por ele, que não te faz tanta falta se não tem quem caiba nele, mas quem te roubou não quis apossar-se dele, quis apenas, um espaço nele. O problema é que quem não entende essa diferença, talvez nem chegue a amar; já quem entende, sabe que não há furto, há apenas, amor.
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Ah, alguém roubou meu coração! Eu só posso dizer a ela: "Amo-te pelas batidas minhas, que agora, são suas também!"

nota: O uso abusivo do "que" foi proposital, já que o amor é uma confusão só, por que não fazer do texto que, por acaso, também fala deste de uma forma confusa? *Desculpa esfarrapada em alta no momento*
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sábado, 1 de novembro de 2008

Eu por Alice, ou seria Mabel?

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"Eu tenho certeza que não sou Ada", ela disse,"porque os cabelos dela são enrolados e os meus não. E eu tenho certeza que não sou Mabel porque eu sei muitas coisas e ela, oh!, ela sabe tão pouco! Além disso ela é ela e eu sou eu e...puxa, que confuso isso tudo é! Vou tentar ver se ainda sei tudo que sabia. Deixe-me ver 4 vezes 5 são 12 e 4 vezes 6 são 13 e 4 vezes 7 são...nossa! Eu nunca vou chegar a vinte desse jeito! Entretanto a tabuada não quer dizer nada: vamos tentar Geografia. Londres é a capital de Paris, Paris é a capital de Roma, e Roma é...não, não, está tudo errado. Eu tenho certeza! Eu devo ter me transformado em Mabel!

Diga-se de passagem, sou a Mabel fora do livro, visto que eu realmente me pareço com Alice, vai entender.


[Alice no país das Maravilhas - Lewis]

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